Por séculos, mulheres que conheciam o uso das ervas, parteiras, curandeiras e estudiosas foram perseguidas e queimadas vivas por desafiarem o conhecimento que era majoritariamente controlado e direcionado aos homens. O medo que o patriarcado tinha da sabedoria feminina foi mascarado de moral, religião e ordem social. Será que esse medo realmente acabou? Vamos refletir juntos? A lenha que nos queima hoje tem outros nomes. A sociedade nos cobre de exigências, comparações sileciosas, culpas. Precisamos ser produtivas o tempo todo. O descanso se transforma em culpa quando é beneficiado pela mulher. A diversão é praticamente proibida pra uma mulher que decidiu ser mãe. Como ousamos ser maiores e melhores do que nossos companheiros? Se olharmos pra intuição então, somos demonizaras, chamadas de loucas. Ja falei num post anterior sobre o rouxinol, que a intuição nada mais é que o nosso sentido aguçado de empatia, a condição que nos foi imposta sobre a responsabilidade d...