E eu coloco mais um detalhe: ela está na temida casa dos 30.
E essa é a chave pra sociedade te julgar de problemática!
Quem disse que o problema está com quem escolhe a liberdade, ao invés de conviver num relacionamento condenado a frustração e a monotonia?
Por que eu preciso me forçar a me relacionar com alguém, sem amor, por comodismo?
Por que as pessoas aceitam qualquer coisa, só pra dizer que não fazem parte das estatísticas das "solteironas"?
Por que o problema tem que estar comigo?
Olhe ao redor...
Pelo menos ao meu redor, me percebo cercada de homens cheios de manias e complexos, que não tem coragem de assumir suas frustrações e procurar um psicólogo. Observo caras desesperados por trocar a vida monótona em baixo das asas da mamãe, pelas asas de uma esposa-mãe, que vai cuidar do bebezão. Também tem aqueles que buscam alguém para dividir as contas, porque ser independente financeiramente não faz parte dos seus ideais.
Ah, sem contar, a experiência mais traumática da minha vida: Homens machistas e mal-resolvidos, incapazes de lidar com os próprios problemas e se revoltando contra a humanidade por causa disso (se eu sou um fracassado, a humanidade que morra por isso).
Sim, eu tenho um problema. Tenho o problema em me amar e procurar o amor de verdade e não um relacionamento cômodo.
Tenho o problema sério de ser intensa demais para me sujeitar a situações mornas, situações mais ou menos, situações em que "vou levando".
Achei muito engraçado quando minha amiga me contou sobre a opinião dos caras a meu respeito.
E eu me divirto com o meu idealismo de ser diferente, de seguir o que eu acho bom, e não o que a "sociedade" julga como certo.
Assim todos os problemas do mundo fossem como o meu problema, em ser a solteirona, na casa dos 30, cheia de gatos e radiantemente feliz!
Eu sou independente (inclusive financeiramente, só pra constar), viajo quando e pra onde eu quiser, saio a hora que eu quero, faço o que eu quero, tomo meus porres com meus amigos, dou vexames, dou risada depois, não me envergonho de nada, não me arrependo de nada.
Assisto o filme que eu quero, durmo no meio do filme e fico 5 dias tentando terminar de assistir o tal filme, sem ter ninguém brigando comigo por ser dorminhoca (acredite, isso é chato demais!)
Passo o fim de semana viajando, ou em casa, de pijamas e descabelada, comendo tranqueiras, sem me preocupar em ter que cozinhar pra ninguém.
Posso gastar o meu dinheiro sem ter que considerar a necessidade de fazer planos pro futuro.
Se isso é um problema, que esse seja sempre e o único problema que eu enfrente na vida.. e que muitas pessoas possam ter o mesmo problema que eu.. um problema chamado Amor-próprio!
E eu não condeno relacionamentos.. eu só espero que, se for pra me relacionar, que seja uma pessoa que tenha amor-próprio tal qual eu tenho, e que juntos possamos transbordar amor de verdade!
Por que quem não é um bom ímpar, jamais será um bom par! ;)
E essa é a chave pra sociedade te julgar de problemática!
Quem disse que o problema está com quem escolhe a liberdade, ao invés de conviver num relacionamento condenado a frustração e a monotonia?
Por que eu preciso me forçar a me relacionar com alguém, sem amor, por comodismo?
Por que as pessoas aceitam qualquer coisa, só pra dizer que não fazem parte das estatísticas das "solteironas"?
Por que o problema tem que estar comigo?
Olhe ao redor...
Pelo menos ao meu redor, me percebo cercada de homens cheios de manias e complexos, que não tem coragem de assumir suas frustrações e procurar um psicólogo. Observo caras desesperados por trocar a vida monótona em baixo das asas da mamãe, pelas asas de uma esposa-mãe, que vai cuidar do bebezão. Também tem aqueles que buscam alguém para dividir as contas, porque ser independente financeiramente não faz parte dos seus ideais.
Ah, sem contar, a experiência mais traumática da minha vida: Homens machistas e mal-resolvidos, incapazes de lidar com os próprios problemas e se revoltando contra a humanidade por causa disso (se eu sou um fracassado, a humanidade que morra por isso).
Sim, eu tenho um problema. Tenho o problema em me amar e procurar o amor de verdade e não um relacionamento cômodo.
Tenho o problema sério de ser intensa demais para me sujeitar a situações mornas, situações mais ou menos, situações em que "vou levando".
Achei muito engraçado quando minha amiga me contou sobre a opinião dos caras a meu respeito.
E eu me divirto com o meu idealismo de ser diferente, de seguir o que eu acho bom, e não o que a "sociedade" julga como certo.
Assim todos os problemas do mundo fossem como o meu problema, em ser a solteirona, na casa dos 30, cheia de gatos e radiantemente feliz!
Eu sou independente (inclusive financeiramente, só pra constar), viajo quando e pra onde eu quiser, saio a hora que eu quero, faço o que eu quero, tomo meus porres com meus amigos, dou vexames, dou risada depois, não me envergonho de nada, não me arrependo de nada.
Assisto o filme que eu quero, durmo no meio do filme e fico 5 dias tentando terminar de assistir o tal filme, sem ter ninguém brigando comigo por ser dorminhoca (acredite, isso é chato demais!)
Passo o fim de semana viajando, ou em casa, de pijamas e descabelada, comendo tranqueiras, sem me preocupar em ter que cozinhar pra ninguém.
Posso gastar o meu dinheiro sem ter que considerar a necessidade de fazer planos pro futuro.
Se isso é um problema, que esse seja sempre e o único problema que eu enfrente na vida.. e que muitas pessoas possam ter o mesmo problema que eu.. um problema chamado Amor-próprio!
E eu não condeno relacionamentos.. eu só espero que, se for pra me relacionar, que seja uma pessoa que tenha amor-próprio tal qual eu tenho, e que juntos possamos transbordar amor de verdade!
Por que quem não é um bom ímpar, jamais será um bom par! ;)

Comentários
Postar um comentário