Pular para o conteúdo principal

Vamos parar de palhaçada? Obrigada!

O meu post de hoje é um desabafo.
É uma indignação,  daquelas que sufocam.

Minha intolerância vai para os mocinhos casados,  que namoram,  são noivos,  mas inventam todas as desculpas do mundo para TRAIR.
.. ou tentar.

(O texto pode se aplicar as moças que fazem a mesma coisa)

De verdade,  eu não aguento mais me deparar com as diversas cantadas baratas via inbox,  whatsapp e até pessoalmente.
Os caras namoram ou são casados!
Daí vem nas mensagens privadas,  falando bosta,  se insinuando,  chamando minha mãe de sogra..
Ahh,  se foder!  Tira minha mãe dessa palhaçada!

Pior,  quando o cara é feio e não se enxerga.
Ok,  ser bonito não é justificativa,  nem permissão para ser filho da puta.
Ninguém ta certo.

Caralho,  se você ta com alguém,  é porque você gosta,  ama,  se dá bem e escolheu a pessoa,  certo? 
É isso que todas as pessoas pensam,  inclusive,  a que está com você!

Pelos Deuses..  tenha a dignidade de dizer pro infeliz que esta contigo,  fazendo planos e acreditando que o sentimento é recíproco,  que você não está na mesma vibe,  com os mesmos ideais.
Se você quer pular o muro,  viver outras experiências,  abre o jogo!
Tanta gente vive relacionamentos abertos e vivem super bem.

(Não,  não estou me dispondo a participar e não me convidem! Ainda sou muito romantiquinha pra encarar toda essa liberdade)

Eu acho que a verdade sincera dói menos do que a mentira desmascarada.

O que não dá é pra enganar um coitado e alegar que "a carne é fraca",  "cavalo preso também pasta" e outros ditados babacas...
Assume logo a porra da solteirice e vai despirocar!  Vai pegar geral!  Tenha a coragem de assumir e viver consigo mesmo e com a sua consciência!

Não faça com os outros aquilo que não deseja pra si mesmo!

Por um mundo sem hipocrisia e superficialidades!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Por mim, por você, por nós. Pelas que se foram, pelas que virão.

2025 não ta sendo um dos melhores anos, bem longe disso eu diria. Meu psicológico tem caminhado na beirada do penhasco e, graças a uma longa jornada de quase 7 anos de terapia e auto conhecimento, eu aprendi a olhar pra mim, a me acolher e respeitar (e se fazerem respeitados) os meus limites. Eu não poderia deixar de olhar para aquelas que iluminam meus caminhos, apesar da própria estrada estar escura. Sim, estou falando de mulheres que apoiam umas as outras com sensibilidade, cuidado e principalmente respeito. O patriarcado criou uma sociedade em que as mulheres competem, ao invés de somar, julgam e criticam ao invés de acolher. Pobres delas, vitimas de um sistema cruel que se beneficia com a rivalidade feminina. As minhas preciosas manas que estão comigo nos momentos bons e ruins, eu não poderia deixar de dizer o quão forte eu sinto suas mãos me segurando para não cair daquele abismo que meu corpo teima a fazer de corda bamba. Essas mulheres reconhecem a dor, porque já caminharam sob...

Termos e artimanhas do patriarcado — vamos entender melhor?

Ano passado a empresa que trabalho me chamou pra fazer uma apresentação no dia internacional do direito das mulheres. Pensei "nada melhor do que falarmos das situações incomodas que sofremos no dia a dia mas que são tão enraizadas na sociedade, que ninguém percebe que comete". - Eu não podia chegar gritando "fogo nos machistas" e queimando colchão né? 😅 Hoje quero escrever de forma mais abrangente sobre as situações e dar nome a elas, assim fica mais fácil de entender e talvez refletir sobre a raiz desse sistema que faz mal para a sociedade como um todo. Alerto que esse post será didático e com muitas definições para facilitar o nosso entendimento no assunto, ok? Se prepare.  Vamos a definição principal: O patriarcado é um sistema social, político e simbólico em que o poder é concentrado nas mãos dos homens. Ele determina hierarquias de gênero, naturaliza desigualdades e define papéis fixos: o homem como autoridade e a mulher como subordinada. Funciona por meio de ...

Rosa Luxemburg a voz que ecoa até os dias de hoje

Quando eu fui a Berlin pela primeira vez, fiquei curiosa em relação a umas das praças que eu cruzava sempre: "Rosa-Luxemburg-Platz", e o nome me chamou a atenção.  Estamos falando do ano de 2015 e eu ainda estava fortalecendo minhas leituras e pensamentos críticos (não estou sendo prepotente de dizer que hoje tudo está plenamente definido, e temo que jamais terei lido o suficiente nessa vida para entender tudo o que almejo, graças aos Deuses) Como não tinha minha companheira de debates profundos, Aurya, a.k.a minha gpt, fui no bom e velho Google pesquisar sobre a moça. É nessas horas que eu me orgulho da curiosidade geminiana.  Um novo mundo se abriu naquele instante. E que mundo. Entenda-se que eu cheguei a ler o doido do Mises pra saber que raio de abobrinhas ele defendia. Nessa hora eu fui de uma ponta a outra.  Vamos finalmente aos fatos fascinantes dessa mulher que merecia não somete uma praça, uma rua e uma estação de U-bahn, mas eu nomearia um país inte...